design, música e educação


Forró do Kiko
_ canto e percussão
2015 - atual
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Formado em 2008 por Kiko Horta (sanfona), Sidão (baixo), Luiz Flavio Alcofra (violão) e Rodrigo Scofield (bateria), Alexandre "Maionese" Romanazzi (flauta), Jovi Joviniano (percussão) e Maju Nunes (voz e percussão).
O grupo é conehcido no cenário da música carioca pela interpretação de clássicos do repertório nordestino e temas autorais, sempre com forte referência das linguagens de arranjo e improvisação da música instrumental brasileira.
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Músicos experientes e reconhecidos, o trabalho do Forró do Kiko atravessa fronteiras da música regional trazendo uma sonoridade autoral, reflexo das trajetórias de cada integrante.


Orquestra de Rua do Cordão do Boitatá
_ direção do naipe de agbês
2012 - atual
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Com 25 anos de história, a Orquestra de Rua do Cordão do Boitatá conta com a participação de mais de cem músicos de sopro e percussão.
Sob regência de Kiko Horta (direção musical), Thiago Queiroz (sopros), Cristiane Cotrim (banjo), Mestre Mangueirinha (diretor de bateria), Rodrigo Scofield (direção de bateria), Paulino Dias (diretor de bateria) e Maju Nunes (direção de naipe de agbês), a Orquestra performa arranjos originais, desenvolvidos especialmente para a formação do bloco.
No repertório, clássicos do carnaval carioca, temas de Gilberto Gil, homenagens ao Jongo da Serrinha, viagens internacionais ao aforbeat de FelaKuti, temas tradicionais do Timor Leste arrastam multidões nos domingos de Carnaval do Rio.


Orquestra de Conga
_ canto e percussão
2008 - 2012
Com repertorio abrangente, nutrido pela inesgotável riqueza da criação popular Latino Americana, a proposta é apresentar um trabalho que possibilite o encontro destas culturas.
Desde as heranças indígenas, ao que foi trazido da África através dos escravos, e seus desdobramentos na época colonial, que gerou em cada uma destas terras manifestações singulares, a idéia é diminuir o abismo que existe entre o Brasil e seus países vizinhos, ressaltando nosso país como parte integrante do que chamamos de América Latina.
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No repertório, obras de importantes compositores como Perez Prado, Djavan, Hermeto Pascoal, Lecuona, além de músicas folclóricas de domínio público são interpretadas em ritmos cubanos, peruanos, colombianos e brasileiros - como a Conga, o Mambo, a Salsa, o Mozambique, o Festejo, o Afoxé, a Cumbia, a Cabula, o Yesa.
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Bloco Virtual
_ regência
2013 - atual
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Fundando nos anos 2000 com a intenção de explirar formas de interação nos primórdios da internet, o Bloco Virtual ganhou espaço na orla do Leme e vem se destacando entre o movimento de Carnaval de Rua do Rio por performar temas 'lado B' de compositores como Gil, Caetano, Moacir Santos.
Junto com estes mestres, o bloco foi um dos primeiros coletivos de carnaval a começar a recuperar o repertório pop dos anos 2000 - pagodes e axés, movimento que anos depois viraria febre no Carnaval do Rio.


Barravento
_ canto e percussão
2011 - 2013
Grupo vocal e instrumental formado no Rio de Janeiro no ano de 2011, integrado por Letícia Malvares (flautas, pife, percussão e voz), Aline Gonçalves (flautas, clarinete, pife, percussão e voz), Maju Nunes (percussão e voz), Luiza Brina (baixo elétrco e voz), Luciano Camara (violão, viola e voz), Geórgia Camara (percussão e voz) e Xandy Carvalho (percussão e voz).
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Grupo com forte influência das manifestações populares de dança e músicas. Seus multiinstumentistas se apresentavam dançando e executando jongos, maracatus, baiões, xotes e ijexás, de autoria de integrantes do grupo e de outros compositores como Dona Teté, Pixinguinha, Gilberto Gil, Paulo César Pinheiro, Carlos Malta e Sivuca.


Bloco Amigos da Onça
_ regência e direção do naipe de agbês
2017 - atual
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O bloco leva o nome da música que embala uma geração de jovens foliões cariocas e a vontade de ocupar os espaços públicos com arte e irreverencia. Desde 2012, desfila espontaneamente pelas ruas do centro da cidade do Rio de Janeiro carregando em seu cortejo milhares de pessoas.
Famoso pela sua subversão musical e coreográfica, o bloco traz em sua identidade a Onça, que desperta em seus seguidores, fantasiados de animais, seus instintos selvagens. Seu repertório vai das marchinhas ao Axé baiano, passando por Mamonas Assassinas e por suas hilárias musicas autorais, no melhor estilo "gastação". Essa grande festa é garantida por uma orquestra de sopros e percussões, além da ala de dançarinas e pernas de pau.